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Perguntas frequentes

# Podemos combinar plataforma e serviço?

**Resposta breve** 

Sim. Um modelo misto combina a plataforma Innguma, operada pela sua equipe, com o Innguma Service, operado por analistas da Innguma, sobre o mesmo ambiente e a mesma Biblioteca. A divisão pode ser feita por áreas, por temas ou por fases, e o histórico não se fragmenta entre fornecedores nem ferramentas. É o princípio «faça isso com a sua equipe ou com a nossa» aplicado ao mesmo tempo.

## Quando faz sentido um modelo misto?

-   **Para começar:** o serviço põe a vigilância em funcionamento e o ofício é transferido aos poucos para a equipe própria.
-   **Para reforçar:** os analistas da Innguma cobrem áreas em que falta capacidade ou especialização, por exemplo patentes em um domínio técnico novo.
-   **Para temas pontuais:** uma vigilância sobre uma tecnologia ou um mercado que ainda não justifica dedicar alguém de forma estável.
-   **Para repartir por sensibilidade:** a equipe própria opera o mais estratégico ou confidencial, e o serviço, o mais amplo.

## Com que critérios se reparte o trabalho?

A pergunta útil não é qual área vai para cada lado, mas o que cada vigilância exige. Estes quatro critérios costumam decidir:

| Critério | Inclina para a equipe própria | Inclina para o Innguma Service |
| --- | --- | --- |
| Sensibilidade | Vigilâncias ligadas a projetos confidenciais ou operações societárias | Acompanhamento amplo de mercado, setor ou regulamentação |
| Conhecimento tácito | Quando avaliar um sinal exige conhecer clientes, produtos ou planos internos | Quando o critério de relevância pode ser escrito e acordado |
| Capacidade semanal | Há alguém com tempo reservado para revisar sinais | Ninguém pode garantir essa revisão de forma estável |
| Novidade do tema | Tema consolidado que a equipe já domina | Tema novo em que faltam método e fontes desde o início |

## O que se compartilha em um modelo misto?

Tudo acontece no mesmo ambiente. O Factory, o espaço em que a Innguma processa e estrutura os sinais, é onde se capturam, filtram, classificam com IA, revisam e validam os sinais, opere quem opere cada vigilância. A Biblioteca conserva o validado com etiquetas, comentários e fonte, e a partir dela são enviados os boletins. Assim, um sinal validado pelo serviço e outro validado pela sua equipe ficam no mesmo histórico e são consultados da mesma forma.

## Como evitar que o histórico se torne heterogêneo?

O risco de um modelo misto é que cada parte etiquete e valide com critérios diferentes. A UNE 166006 oferece um marco para a relação com fornecedores externos: sua edição de 2018 reuniu em um único capítulo os requisitos da terceirização[\[1\]](https://www.innguma.com/pt-br/recursos/faq/modelo-misto/#ref-1), e a AENOR aponta que a certificação esclarece a relação entre quem presta a vigilância, sejam internos ou externos, e seus clientes dentro da organização[\[2\]](https://www.innguma.com/pt-br/recursos/faq/modelo-misto/#ref-2). Na prática:

1.  Deixar por escrito quem opera cada vigilância e quem é seu destinatário.
2.  Acordar uma única taxonomia de etiquetas e critérios comuns de validação.
3.  Nomear uma pessoa da sua organização que defina prioridades e arbitre a divisão.
4.  Rever a divisão quando mudarem as prioridades ou a capacidade da equipe.

## O que se transfere quando a equipe própria assume uma vigilância?

Se uma vigilância passa do serviço para a equipe própria, a transferência deveria incluir mais do que o acesso: a lógica dos filtros e o que cada um deixa de fora, as fontes descartadas e o motivo, os critérios com que se validou até agora e as perguntas de negócio às quais a vigilância responde. O histórico já está na Biblioteca; o que precisa ser transmitido é o critério.

## Que garantias tem o método?

O sistema de vigilância e inteligência da Innguma está certificado segundo a UNE 166006:2018, a norma da UNE para a gestão da P&D+i aplicada à vigilância e à inteligência[\[3\]](https://www.innguma.com/pt-br/recursos/faq/modelo-misto/#ref-3) (certificado 34/5705/25/01139, OCA Global, válido até janeiro de 2028)[\[4\]](https://www.innguma.com/pt-br/recursos/faq/modelo-misto/#ref-4). Os sistemas que dão suporte aos serviços de vigilância gerenciada estão certificados no Esquema Nacional de Seguridad, categoria MEDIA (certificado 34/5704/24/05039, válido até junho de 2028)[\[5\]](https://www.innguma.com/pt-br/recursos/faq/modelo-misto/#ref-5).

## Fontes e referências

1.  \[1\] [Utrilla, F. Sistemas de vigilancia e inteligencia en la gestión de la I+D+i. La Revista de la Normalización Española (UNE), n.º 3, maio de 2018](https://revista.une.org/3/sistemas-de-vigilancia-e-inteligencia-en-la-gestion-de-la-id.html)
2.  \[2\] [AENOR. O certificado AENOR de Vigilância e Inteligência (UNE 166006)](https://www.aenor.com/documents/d/guest/3-vigilancia-e-inteligencia)
3.  \[3\] [UNE. Ficha da norma UNE 166006:2018, Gestión de la I+D+i: Sistema de vigilancia e inteligencia](https://www.une.org/encuentra-tu-norma/busca-tu-norma/norma?c=N0059973)
4.  \[4\] [Certificado UNE 166006 da Innguma (PDF)](https://www.innguma.com/certificados/une-166006.pdf)
5.  \[5\] [Certificado ENS da Innguma (PDF)](https://www.innguma.com/certificados/ens.pdf)

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